Forte, brilhante, determinada e destemida quase sempre. Uma crônica de mistério a ser desvendada. Busca o melhor das pessoas mas acaba se decepcionando. Sorrisos, brilhos perolados, sorrisos verdadeiros, sorrisos são seu ponto fraco. Sorrisos a conquista. Prefere os números às palavras. Palavras são difíceis, palavras tem sentimentos, palavras tem vida. Ela teme as palavras. Sempre observando, sempre distante. Vive numa realidade paralela inventada por seus pensamentos. Sua mente trabalha mais rápido que seu cérebro, disléxica. Gosta de possibilidades, mas fica em dúvida. Perde-se entre as escolhas. Possui tantas cicatrizes. Feridas por vezes ainda abertas. Chagas esperando alguém que as cure. Enquanto não encontra, usa a distância como defesa natural. E no final, tem medo de escrever em primeira pessoa. (-is)